Há 40 anos, Elvis Presley se tornava um imortal

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Ninguém ainda sabe ao certo o que houve na mansão de Graceland, em Memphis (EUA), entre 10h e 14h do dia 16 de agosto de 1977, há exatos 40 anos. Sabe-se que Elvis Aaron Presley foi ao banheiro e leu algo. Sabe-se que havia tocado algumas músicas ao piano na noite anterior, praticado um pouco de tênis e deitado por volta das 5h da manhã. 

Quando sua namorada Ginger Alden o encontrou no banheiro da suíte, ele havia sofrido um colapso cardíaco. Aos 42 anos, Elvis havia se tornado o primeiro nome planetário produzido pela indústria musical. Ou melhor, ele havia inventado a própria indústria musical.

Pelos 40 anos que se passaram, seu nome ganhou força e se tornou uma marca. Mesmo sem contar com relançamentos sistemáticos de seus discos, sua presença na produção mesmo de artistas que nunca se aproximaram do astro confirmou a importância de uma existência que teve origem na cidade de Tupelo, em 8 de janeiro de 1935. 

Para o bem dos que queriam a revolução comportamental e que se abasteceriam do blues acelerado no ritmo, esbranquiçado na cor e encenado no palco – algo que ganharia o nome de rock and roll – , e dos que se sentiram injustiçados pela “apropriação indevida da cultura negra”, como acusava, Chucky Berry e Ike Turner (ex-marido e pugilista de Tina Turner), Elvis se tornou o primeiro imortal

Abaixo, sete canções que ele gravou que foram reprisadas – ou cantadas antes – por outros artistas:

1. Dois anos antes que o próprio rock and roll fosse assim nomeado, por volta de 1952, a furiosa Big Mama Thorton gravou Hound Dog, uma das canções que Elvis tornaria famosa no mundo.

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